domingo, setembro 26, 2021
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Governador Marcos Rocha será convocado a depor na CPI da Covid

O governador Marcos Rocha foi um dos 9 governadores de Estado convocados para dar explicações à CPI da Pandemia, durante a sessão realizada nesta quarta-feira (26).

Governos que foram alvos de operações da Polícia Federal e tiveram como alvo suspeitas de desvios de recursos para o tratamento da Covid terão  que prestrar exclarecimentos na C.P.I

O governo de Rondônia informou, no início da tarde desta quarta-feira (26), que ainda não foi notificado oficialmente sobre a convocação do governador Marcos Rocha (sem partido) para prestar depoimento na CPI da Covid em Brasília.

O Governo de Rondônia foi alvo, em 2.020, de operação da Polícia Federal por suspeita de corrupção na compra de kits rápidos para teste de Covid-19. 

“O governador tem acompanhado e considera muito importante a transparência total na gestão do recurso público. Essa convocação, caso se torne realmente oficial, será uma excelente oportunidade para tornar ainda mais transparente as ações do Estado de Rondônia em relação a pandemia da Covid-19”, afirma a nota enviada pela assessoria do governo.

Serão convocados os governadores Helder Barbalho (Pará), Wilson Lima (Amazonas), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Mauro Carlesse (Tocantins), Carlos Moisés (Santa Catarina), Antônio Denarium (Roraima), Waldez Góes (Amapá) e Wellington Dias (Piauí).

Recapitulando:

Em julho do ano passado a Polícia Federal realizou em Rondônia a Operação Polígrafo, visando desarticular esquemas de fraudes na aquisição emergencial de testes rápidos para diagnóstico da Covid19, por parte da Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia.

A ação fazia parte de trabalho conjunto entre a Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Ministério Público de Rondônia. Os 13 mandados foram cumpridos em Porto Velho, Itajaí/SC, Balneário Camboriú/SC e Rio de Janeiro/RJ. O valor total da contratação investigada chega a R$ 10.500.000,00 (dez milhões e quinhentos mil reais).

Durante as investigações, foram apurados indícios de irregularidades na dispensa de licitação para compra dos testes, que não possuíam registro na Anvisa, e superfaturamento no valor de cada unidade adquirida, comparado ao preço ofertado em chamamento público realizado pela Superintendência Estadual de Licitações – SUPEL.

 

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